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3.5.07

Eleições presidenciais em França

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RESULTADOS ELEITORAIS
Segunda volta: Nicolas SARKOZY 53,00% - Ségolène ROYAL 47,00% [Resultados parciais às 23:49]
Primeira volta:Nicolas Sarkozy: 31,11% Ségolene Royal: 25,83% François Bayrou: 18,55% Jean-Marie Le Pen 10,51% [Resultados finais ]

Ségolène aposta no alarmismo
Eleição de Sarkozy “desencadeará a violência em todo o país”
No último dia de campanha para a segunda volta das presidenciais, a candidata socialista, que tem uma desvantagem de 10 pontos percentuais em relação a Nicolas Sarkozy, afirmou que a eventual eleição do seu rival poderá desencadear a violência por toda França, especialmente nos bairros de imigrantes. A escolha de Nicolas Sarkozy é uma escolha perigosa”, disse, que poderá “colocar a República [francesa] em dificuldades e ameaçar a Democracia”.
[06.05.07

"Movimento Democrata”
Bayrou avança para a criação de um novo partido
A UDF, partido do candidato François Bayrou, que obteve 18,55% dos votos na primeira volta das presidenciais francesas, vai transformar-se num novo partido, cuja designação poderá ser “Movimento Democrata”. [L’Express - 04.04.2007]

Apoiantes de Bayrou dividem-se
Sarkozy vence Ségolène na segunda volta
O candidato da direita vencerá a segunda volta contra a socialista Ségolène Royal, de acordo com a primeira sondagem publicada após a primeira ronda. A sondagem, realizada pela empresa Ipsos no dia das eleições, indica que os franceses que votaram no centrista François Bayrou se dividirão equitativamente entre Sarkosy e Ségolène, enquanto 75% dos apoiantes de Le Pen votarão em Sarkosy. [Le VIF]

Polícia alerta jornalistas
Equipes de TV agredidas nos “banlieu”
A polícia francesa alertou os jornalistas para que evitem deslocar-se aos subúrbios de Paris, sobretudo às zonas que foram palco de confrontos entres jovens descendentes de imigrantes e a polícia, em 2005. Esta semana, três equipas de televisão foram foram assaltadas em Clichy-Sous-Bois e um operador de câmara da Voz da América foi agredido com tacos de basebol, tendo necessitado de tratamento hospitalar. [O Globo Online]

Rivais de ontem, aliados de hoje
À caça do centro
Ségolène troca ministérios por votos
A candidata socialista está disposta a oferecer um número não quantificado de ministérios ao partido do centrista François Bayrou, se este a apoiar na segunda volta, marcada para Junho. Ségolène Royal propôs um encontro de delegações dos dois partidos, para analisar a hipótese de uma aliança [Cyberpress]. Maurice Leroy, deputado da UDF disse aos jornalistas que Bayrou irá dar liberdade de voto aos membros do partido e apoiantes, sem manifestar publicamente a sua intenção de voto. [Nouvel Observateur]

(Quase) todos com Ségolène
Esquerda unida em torno da candidata socialista
Cinco dos rivais de esquerda que não passaram à segunda volta, nas eleições de domingo, já manifestaram o seu apoio a à socialista Ségolène Royal, no tira-teimas de Maio: Olivier Besancenot e Arlette Laguiller, ambos de movimentos de extrema-esquerda, Marie-George Buffet, candidata do PCP (que teve o pior resultado de sempre de um candidato do Partido Comunista Francês, com 1,93%), Dominique Voynet, ecologista e José Bové, militante antiglobalização, vão apoiar a candidata socialista. François Bayrou, Le Pen e o nacionalista Philippe de Villier remeteram para mais tarde uma tomada de posição. [FolhaOnline]

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Primeira volta das eleições presidenciais francesas

Resultados finais
Nicolas Sarkozy: 31,11% Ségolene Royal: 25,83% François Bayrou: 18,55% Jean-Marie Le Pen 10,51%
Número de eleitores: 44 472 834 100,00
Abstenções: 7 218 592 16,23 [16,23]
Votantes: 37 254 242 83,77 [83,77]
[Fonte: Ministério francês do Interior]

"Movimento Democrata”
Bayrou avança para a criação de um novo partido
A UDF, partido do candidato François Bayrou, que obteve 18,55% dos votos na primeira volta das presidenciais francesas, vai transformar-se num novo partido, cuja designação poderá ser “Movimento Democrata”.

[L’Express - 04.04.2007]Apoiantes de Bayrou dividem-se

Sarkozy vence Ségolène na segunda volta
O candidato da direita vencerá a segunda volta contra a socialista Ségolène Royal, de acordo com a primeira sondagem publicada após a primeira ronda. A
sondagem, realizada pela empresa Ipsos no dia das eleições, indica que os franceses que votaram no centrista François Bayrou se dividirão equitativamente entre Sarkosy e Ségolène, enquanto 75% dos apoiantes de Le Pen votarão em Sarkosy. [Le VIF]
Polícia alerta jornalistas
Equipes de TV agredidas nos “banlieu”
A polícia francesa alertou os jornalistas para que evitem deslocar-se aos subúrbios de Paris, sobretudo às zonas que foram palco de confrontos entres jovens descendentes de imigrantes e a polícia, em 2005. Esta semana, três equipas de televisão foram foram assaltadas em
Clichy-Sous-Bois e um operador de câmara da Voz da América foi agredido com tacos de basebol, tendo necessitado de tratamento hospitalar. [O Globo Online]

Rivais de ontem, aliados de hoje
Esquerda unida em torno da candidata socialista
Cinco dos rivais de esquerda que não passaram à segunda volta, nas eleições de domingo, já manifestaram o seu apoio a à socialista Ségolène Royal, no tira-teimas de Maio: Olivier Besancenot e Arlette Laguiller, ambos de movimentos de extrema-esquerda, Marie-George Buffet, candidata do PCP (que teve o pior resultado de sempre de um candidato do Partido Comunista Francês, com 1,93%), Dominique Voynet, ecologista e José Bové, militante antiglobalização, vão apoiar a candidata socialista. François Bayrou, Le Pen e o nacionalista Philippe de Villier remeteram para mais tarde uma tomada de posição. [
FolhaOnline]

À caça do centro
Ségolène troca ministérios por votos
A candidata socialista está disposta a oferecer um número não quantificado de ministérios ao partido do centrista François Bayrou, se este a apoiar na segunda volta, marcada para Junho. Ségolène Royal propôs um encontro de delegações dos dois partidos, para analisar a hipótese de uma aliança [Cyberpress]. Maurice Leroy, deputado da UDF disse aos jornalistas que Bayrou irá dar liberdade de voto aos membros do partido e apoiantes, sem manifestar publicamente a sua intenção de voto. [Nouvel Observateur
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